Entre a pedra, a cal e as práticas: a Igreja de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba e os novos horizontes do patrimônio cultural em Magé (RJ)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21726/rcc.v15i1.2823

Palavras-chave:

patrimônio cultural, igrejas históricas, Magé, práticas culturais, memória coletiva

Resumo

Este artigo analisa a Igreja de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, localizada em Magé (RJ), problematizando as concepções de patrimônio cultural que privilegiam exclusivamente a materialidade monumental. Pretende compreender como os processos sociais, as práticas culturais e as dimensões imateriais, como ritos, narrativas orais e pertencimento comunitário, atribuem significado ao templo, mantendo-o vivo como lugar de memória. A pesquisa fundamenta-se em revisão bibliográfica e análise documental, articulando as teorias contemporâneas de patrimônio cultural com o estudo do caso fluminense. Os resultados indicam que a preservação da igreja requer a salvaguarda das práticas e sentidos partilhados pelas comunidades locais, superando a visão monumentalista. O artigo conclui que estratégias de gestão compartilhada e turismo religioso sustentável podem garantir a valorização do patrimônio vivo e ampliar o reconhecimento social do bem.

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Biografia do Autor

Carlito Lopes de Oliveira Junior, Universidade Federal Fluminense

Doutorando em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Atua como diretor
de preservação do patrimônio histórico-cultural na Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos de Magé (RJ).

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Publicado

2026-04-16

Como Citar

Carlito Lopes de Oliveira Junior. (2026). Entre a pedra, a cal e as práticas: a Igreja de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba e os novos horizontes do patrimônio cultural em Magé (RJ). Revista Confluências Culturais , 15(1), 65–80. https://doi.org/10.21726/rcc.v15i1.2823

Edição

Seção

Artigos de Fluxo Contínuo