“Eu vi a cobra fumar”: da caserna ao teatro de operações na Itália

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21726/rcc.v14i1.2608

Palavras-chave:

guerra, memória, manuscritos, iconografias, memorial

Resumo

O artigo aborda a construção de um memorial em homenagem a um ex-combatente na Segunda Guerra Mundial, no bairro Nova Lavras, cidade ao sul de Minas Gerais. A motivação para o memorial foi a descoberta dos familiares, após a morte do ex-combatente, de um acervo manuscrito das memórias dele, as quais foram transcritas a partir da infância, retratando as vivências de descendentes de escravizados e outros “sujeitos comuns”, bem como a participação dele nos combates travados contra o nazifascismo em solo italiano. Além das fontes manuscritas, são
utilizadas iconografias do acervo do referido memorial e uma bibliografia sobre a Segunda Guerra Mundial.

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Biografia do Autor

José Bento Rosa da Silva, Universidade Federal de Pernambuco

Graduado, mestrado e doutorado em História. Professor aposentado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), membro permanente do Programa de Pós-Graduação em História da mesma instituição. Professor visitante na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no Programa de Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas.

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Publicado

2025-07-28

Como Citar

Bento Rosa da Silva, J. (2025). “Eu vi a cobra fumar”: da caserna ao teatro de operações na Itália. Revista Confluências Culturais , 14(1), 129–147. https://doi.org/10.21726/rcc.v14i1.2608

Edição

Seção

v. 14 n. 1 (2025): 80 anos do final da Segunda Guerra Mundial: memória, história e patrimônios