Avaliação da microdureza Vickers superficial e profunda de resinas compostas utilizando diferentes aparelhos fotopolimerizadores
DOI:
https://doi.org/10.21726/rsbo.v22i2.2906Palavras-chave:
dureza; polimerização; resinas compostas.Resumo
Comparar, in vitro, a microdureza Vickers superficial e profunda entre duas resinas compostas, utilizando dois diferentes aparelhos fotopolimerizadores. Material e métodos: Foram utilizadas 80 amostras de resina composta, com diâmetro interno de 6 mm e espessura de 2 mm, distribuídas em 8 grupos de acordo com a superfície e o tipo de resina: Filtek Z350 XT™ nanoparticulada e NT Premium™ nano-híbrida, ambas na cor A2. Em cada quadrante realizaram-se três aferições de microdureza Vickers – endentador em forma de pirâmide de diamante de base quadrada, com um ângulo de 136o entre as faces opostas, aplicando-se uma carga de 50 gf, associada ao tempo de 45 s com o emprego do microdurômetro (HMV – 2T, Shimadzu, Japão). Os corpos de prova dos grupos G1S, G2P, G7S e G8P foram fotopolimerizados com o Coltolux LED (Coltene), enquanto os dos grupos G3S, G4P, G5S e G6P foram fotopolimerizados com o Optilight Max (Gnatus), com potências de 850 mw/cm² e 773 mw/cm², respectivamente. Resultados: A microdureza superficial foi significativamente maior do que a profunda em ambas as resinas e para ambos os aparelhos fotopolimerizadores (p < 0,001). A resina Filtek Z350XT apresentou valores de dureza superiores aos da NT Premium. A microdureza é influenciada pela profundidade de polimerização, sendo maior na superfície em razão da maior intensidade de luz recebida. Conclusão: Para ambas as resinas compostas estudadas, as médias avaliadas da microdureza superficial foram correspondentemente mais elevadas do que da microdureza profunda, e a resina Filtek Z350XT evidenciou valores de dureza superiores aos da NT Premium. É necessário que se estabeleça um protocolo para a utilização do fotopolimerizador.