Conhecimento do cirurgião-dentista sobre o manejo e tratamento de fratura radicular horizontal em Curitiba, Brasil Knowledge of dental practitioners on the management and treatment of horizontal root fracture in Curitiba, Brazil

Jhony Ross Alves Martins, Alessandra Soares Ditzel, Aaron Bensaul Trujillo Lopez, Adriane Antoniw, Luiza Giacomet Cassol, Marcos Felipe Iparraguirre Nuñovero, Thomaz Jefferson de Lemos Pessoa, Vânia Portela Ditzel Westphalen

Abstract


Introdução: A fratura radicular ocorre em uma frequência que varia de 2,5 a 8,7% dos traumas dentários. Objetivo: Avaliar o conhecimento do cirurgião dentista clínico geral da rede municipal de saúde de Curitiba (PR) a respeito de fratura radicular horizontal e comparar os resultados obtidos nesta investigação (grupo 2) com um estudo desenvolvido em 2009 (grupo 1). Material e métodos: Para a realização deste trabalho, um questionário (utilizado no estudo de 2009) sobre conduta e manejo da fratura radicular horizontal foi aplicado aos cirurgiões-dentistas. Os dados foram analisados por meio do teste χ2 e teste Z de diferença entre duas proporções. A amostra foi composta de 81 cirurgiões-dentistas (grupo 2) e 59 cirurgiões-dentistas (grupo 1). Resultados: Houve maior porcentagem de acerto para o grupo 1 quando comparado ao grupo 2, em relação à conduta na fratura radicular horizontal com ou sem deslocamento do terço coronário e quanto ao prognóstico do dente no que tange à posição da fratura. Não houve diferença estatisticamente significante entre grupos a respeito do tecido pulpar, com ou sem deslocamento dos terços. Sobre a permanência da contenção, houve maior acerto entre o grupo 2. AbstractIntroduction: The frequency of tooth fractures ranges from 2.5 to 8.7% in dental injuries. Objective: The objectives of this study were to evaluated the knowledge of general dental practitioners (GD), at the public dental care system, about the correct management of horizontal tooth fractures, in Curitiba (PR, Brazil) (group 2), and to compare the results with a preview study (group 1). Material and methods: The same questionnaire was applied to GD: in 2009 (group 1) and in the actual study (group 2). The data was analyzed using the χ2 test and the Z test for different proportions. The samples were 81 GDs (group 2) and 59 GDs (group 1). Results: Group 1 had more correct answers than group 2, concerning horizontal root fracture with or without crowded displacement, and prognosis related to the position of the fracture line. About the pulp tissue, with our without displacement, there was no statistic significant difference between both groups. When it comes to the splint permanence, group 2 had more correct answers.



DOI: http://dx.doi.org/10.21726/rsbo.v16i2.933

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