Nós difíceis de desatar: reaberturas do passado e sobreposições de narrativas patrimoniais sobre a presença negra em Joinville (SC)

Diego Finder Machado

Resumo


Este artigo problematiza performances que, ao tensionar reaberturas das interpretações sobre o passado, sobrepuseram novas narrativas às narrativas patrimoniais consolidadas em Joinville. Dois exemplos, a comemoração da presença de negros entre os sepultados no Cemitério do Imigrante e a lavagem ritual do Monumento ao Imigrante, conduzem um debate a respeito dos nós convocadores de “patrimonialidades”, atos que sugerem outras possibilidades patrimoniais. Tais performances buscaram dar a ver diferenças culturais e reivindicaram políticas de memória que considerem anseios de reparação a grupos sociais historicamente minorizados e invisibilizados.


Palavras-chave


patrimônio cultural; patrimonialidade; performance; narrativa patrimonial.

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DOI: http://dx.doi.org/10.21726/rccult.v7i1.369

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