Patrimônio, memória e intencionalidade

Lucas Graeff

Resumo


Este texto revisa e amplia uma palestra proferida durante o III Encontro
Internacional em Patrimônio Cultural (Enipac) realizado na Universidade da Região de Joinville (Univille), em 22 e 23 de setembro de 2016. Discutem-se as relações entre memória e patrimônio por meio de uma abordagem fenomenológica da memória. Como hipótese de trabalho, propõe-se que os bens patrimoniais não portam significações per se, dependendo da intencionalidade dos agentes do campo patrimonial. Essa hipótese procura limitar a tendência de projetar funções psíquicas
em coisas – no caso, os patrimônios culturais.


Palavras-chave


patrimônio cultural; memória; intencionalidade

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DOI: http://dx.doi.org/10.21726/rccult.v5i2.322

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