Avaliação da intensidade luminosa no desenvolvimento inicial de espécies frutíferas nativas do cerrado

Graziela Martins dos Santos, Julio Cesar Queiroz Corrêa de Paiva, Silvana de Paula Quintão Scalon, Rosilda Mara Mussury

Resumo


Este trabalho teve como objetivo estudar o efeito de vários níveis de luz em diferentes estágios de desenvolvimento na anatomia do limbo foliar de Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg (guavira) e Hancornia speciosa Gomes (mangaba), com vistas a determinar a melhor condição para o crescimento inicial das mudas. Após a coleta, os frutos foram despolpados, e as sementes, selecionadas manualmente e distribuídas em Gerbox, acondicionadas em biochemical oxygen demand (BOD) a 25ºC com fotoperíodo de 16 horas, em que permaneceram por todo o período de germinação. Mais tarde, as plântulas foram transferidas para sacos plásticos contendo terra e areia (1:1) e colocadas em distintos tratamentos de luz. Realizaram-se as análises da anatomia foliar em três épocas de desenvolvimento: 90, 120 e 150 dias depois do transplante. Em cada uma das datas se calcularam o índice estomático e a espessura média da cutícula, da epiderme, do parênquima paliçádico, do parênquima lacunoso e da nervura central. Observou-se que não houve modificação no número de camadas dos tecidos foliares, mas sim na espessura dos tecidos, nas condições testadas, sendo para a guavira e a mangaba a condição de pleno sol e 70% de luz a que apresenta melhor desenvolvimento dos tecidos.

 


Palavras-chave


Anatomia foliar; guavira; mangaba.

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DOI: http://dx.doi.org/10.21726/abc.v1i1.81

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Acta Biológica Catarinense, ISSN 2358-3363, Joinville/SC, Brasil.Licença Creative Commons
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