Produção de mudas de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville sobre fontes de fósforo

  • Kássia de Paula Barbosa
  • Patrícia Oliveira da Silva
  • Patrícia Vaz da Costa da Silva
  • Lucas Freitas do Nascimento Júnior
  • Andréia Mendes da Costa
Palavras-chave: barbatimão; exigências nutricionais; fase inicial; planta medicinal.

Resumo

Estudos experimentais de fertilização indicam que espécies lenhosas podem responder à adubação, principalmente a fosfatada. Todavia, são poucos os estudos referentes à melhor fonte de fósforo. Considerando-se a escassez de estudos agronômicos com barbatimão, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a influência das fontes de fósforo na produção de mudas da espécie. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com cinco tratamentos (T1: sem adubação de fósforo, T2: superfosfato simples, T3: superfosfato triplo, T4: monoamônio fosfato, T5: fosfato reativo), quatro repetições e 10 réplicas. O tubete foi de 170 cm3 , preenchido com substrato comercial. Foram realizadas avaliações biométricas aos 30, 60, 90 e 150 dias após a emergência (DAE), de biomassa fresca e seca, índice de qualidade de Dickson e teor de fósforo aos 150 DAE. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Aos 30 DAE, verificou-se que os maiores valores para as variáveis biométricas foram promovidos pelo tratamento T4. Aos 60 dias, os tratamentos T2, T3 e T4 apresentaram-se como melhores para as mudas. Já aos 90 e 150 DAE, constatou-se que os tratamentos T2 e T3 se caracterizaram como as melhores fontes de fósforo para as mudas de barbatimão.

Publicado
2021-06-28